Até que ponto, teus braços calarão meu pranto?
Até que ponto, esse amor saciará meu canto?
Até que ponto, nesse núcleo de eixo,
Prevalecerá o encanto?
Rotina de cercas em beijos e desejos; Fadiga?!
Vê-me, descrevendo em habilidade o eterno,
E por sim, não saiba vivê-lo!
Pressentes minha agônia. Vira-se ao canto,
E no sufoco do silêncio,
Chora teu próprio desencanto!
E eu penso que não me deixes, pelo amor de Deus.
veraLynpoeta.