Vera Lyn Poeta

A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p

quinta-feira, novembro 10, 2011

Que caia! Que tudo, raia!

 
 
 
 
 
A casa vai cair?
Que caia!!!
Estarei pelos umbrais da poesia.
Gosto desse destino perplexo e inconveniente;
Às formigas que amontoam, sucessivamente,
Seus ramos de verões, para futuros invernos!
Não dá para viver sem ousar!
Não dá para viver sem sentir à mim mesma!

veralynpoeta

Clarice Lispector.......Na minha vida!




Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter....calçe os meus sapatos,
e percorra o caminho que eu percorri.
Viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e minhas alegrias.
Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei, e levante-se
assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar.
Cada um tem a sua própria história. Não compare a sua vida com a dos
outros.

Você não sabe como foi o caminho que elas tiveram que trilhar na vida!

(Clarice Lispector)

Eis à Colheita!

 
 
 
 
 
Se estou fazendo algo,
Devo acreditar no que estou fazendo!
Toda ação é seguida de reação.
E sabendo que colhemos para sí o que plantamos,
Não há com que se preocupar. Haverá de vir à colheita!
Começar plantando o bem, é preciso!

Esquecendo à grande parte, que veio para destruir;
Penso sempre em Jesus Cristo, há dois mil e onze anos atrás,
Tentando acalmar os ânimos da humanidade;
Trazendo para sí, ao BEM, dentro de intensa psicologia;
àqueles que já, agiam mal intencionados.

Nada mudou e porisso, o amor em desígnio, ainda é a única
saída!


veralynpoeta

terça-feira, novembro 08, 2011

TOC's de Amor!

 
 
 
 
 
 
 
Palavras de amor, sutilmente em palavras de amor.
TOC's de amor.......
Avisos de amor; prenúncios.
Quem procura, é de onde vem o espanto!
Cotidiano tentando relacionar-se com a realidade.
O amor, por vêzes, fica entre palavras.
É esse o jogo tenso, na medida de força com a ilusão;
que a própria ilusão, processa.
Quem procura acha ?
Acha e se assuta.
Quem procura é de onde vem o espanto!!!

veralynpoeta.

Desatino

 
 
 
 
 
 
Até que ponto, teus braços calarão meu pranto?
Até que ponto, esse amor saciará meu canto?
Até que ponto, nesse núcleo de eixo,
Prevalecerá o encanto?

Rotina de cercas em beijos e desejos; Fadiga?!

Vê-me, descrevendo em habilidade o eterno,
E por sim, não saiba vivê-lo!

Pressentes minha agônia. Vira-se ao canto,
E no sufoco do silêncio,
Chora teu próprio desencanto!

E eu penso que não me deixes, pelo amor de Deus.

veraLynpoeta.