Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
quinta-feira, junho 15, 2017
quarta-feira, junho 14, 2017
O Salmo 91 foi escrito por Moisés...
1. Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
2. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
3. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
4. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
5. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
6. Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
7. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido.
8. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9. Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
10. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
13. Pisarás o leão e a cobra, calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14. Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei, pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
15. Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
16. Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.
2. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
3. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
4. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
5. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
6. Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
7. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido.
8. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9. Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
10. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
13. Pisarás o leão e a cobra, calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14. Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei, pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
15. Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
16. Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.
terça-feira, junho 13, 2017
Despedida, Pablo Neruda
Amo o amor que se reparte
em beijos, leite e pão.
em beijos, leite e pão.
Amor
que pode ser eterno
ou que pode ser fugaz.
ou que pode ser fugaz.
Amor
que quer libertar-se
para voltar a amar.
para voltar a amar.
Amor
divinizado que se chega
amor divinizado que se vai.
amor divinizado que se vai.
Já não
se encantarão meus olhos nos teus,
já não abrandará junto a ti minha dor.
já não abrandará junto a ti minha dor.
Mas
onde quer que vá levarei o teu rosto
e onde quer que vás levarás a minha dor.
e onde quer que vás levarás a minha dor.
Fui
teu, foste minha. Que mais? Juntos demos
uma volta no caminho por onde o amor passou.
uma volta no caminho por onde o amor passou.
Fui
teu, foste minha. Tu serás daquele que te amar,
do que colher no teu jardim o que eu semeei.
do que colher no teu jardim o que eu semeei.
Vou-me
embora. Estou triste: estou sempre triste.
Venho dos teus braços. Não sei para onde vou.
Venho dos teus braços. Não sei para onde vou.
... Do
teu coração diz-me adeus um menino.
E eu digo-lhe adeus. < Pablo Neruda >
E eu digo-lhe adeus. < Pablo Neruda >
_ vera Lyn Poeta _
segunda-feira, junho 12, 2017
Filme: O primeiro amor
Filme: O Primeiro Amor
Direção: Rob Reiner
Ano: 2010
Direção: Rob Reiner
Ano: 2010
Alguns de nós são pálidos, outros
brilhantes e outros são coloridos. Mas de vez em quando encontramos
alguém que é irradiante, e quando encontramos não a nada que se compare.
Filme: ______ O Primeiro Amor
Jorge Amado e Zélia Gattai
Jorge amado, escritor, jornalista e político. Escrevia romance, crônica, fábula, conto, engajado no modernismo.
+ Itabuna, 10 de agosto de 1912 — Salvador, 6 de agosto de 2001.
_Zélia Gattai, escritora, fotógrafa e memorialista. O livro de estreia, Anarquistas, graças a Deus. Sua obra é composta de nove livros de memórias, três livros infantis, uma fotobiografia e um romance. Alguns de seus livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.
+ 2 de julho de 1916 São Paulo __ 17 de maio de 2008 (91 anos) Salvador, Bahia.
Jorge Amado e Zélia Gattai, viveram juntos por 56 anos, até a morte de ambos.
Vera Lyn Poeta
domingo, junho 11, 2017
Trajetória: Memórias, transformando dores em flores......
Trajetória: Memórias, transformando dores em flores......: "Limpa todo interior do copo e depois todo o copo ficará limpo." __Mateus 2:26 Não afundarei minha memória a cal. Ma...
sábado, junho 10, 2017
"Aceitar o passado e as circunstâncias da vida que não podemos mudar traz enorme alívio e paz de espírito. Cada dia é um novo começo. E cada dia nos dá a oportunidade de olhar para frente com esperança, nos afastando de tudo aquilo que nos faz mal."
____do livro 'A cada dia um novo começo', de Karen Casey.
sexta-feira, junho 09, 2017
Pó de ossos
Aqui, sem os cabelos
sem os olhos,
sem o nariz
sem a língua
sem os lábios
sem as orelhas
sem os peitos, pênis, vagina, anus; sem bunda.
Aqui, sem os sonhos,
sem a fé, esperança, sem objetivos
sem vaidades, sem ansiedades,
sem desejos, movimentos, adrenalina.
Aqui, sem nexo, sem sexo; nem homem ou mulher,
apenas a estrutura corroída daquilo que um dia,
fora vida.
Aqui, onde os vermes almoçaram, jantaram,
e em forma de agradecimento, cagaram.
Há tempos eu não saio às ruas a encantar.
Também, não fico esperando a morte chegar. Ela virá. No dia dela, ela virá.
Enquanto isso, crio poemas e os recito por toda a minha vida.
Ontem, vimos uma pequena mariposa, de asinhas cor branca, realçada no lilás. Era era tão linda, pequenina, suave, frágil......
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.
< Manuel Bandeira >
por: Vera Lyn Poeta
O homem eterno
"Ao terceiro dia os amigos de Cristo ao chegarem ao local viram o sepulcro vazio e a pedra rolada para o lado.
Em diferente grau eles aperceberam-se da nova maravilha; mas mesmo então eles não se aperceberam bem que o mundo tinha morrido numa noite.
O que eles contemplavam era o primeiro dia de uma nova criação, um novo Céu e uma nova Terra.
E, no semblante de um jardineiro, Deus passeava de novo no Jardim, na brisa, não da tarde, mas da madrugada."
__G. K. Chesterton__
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