Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Alusão
Tão cedo,
sentia a solidão que me engolia.
Via meu destino e sina.
Então,
dava-se em cambalhotas; piruetas e alegrias;
atolava em sorvetes e somente ria, ria, ria decibéis,
ria....
Não queria...
Não queria...!
Vera Lyn Poeta
quinta-feira, janeiro 03, 2013
Janis Joplin: "Nunca fui capaz de controlar meus sentimentos..."
Quando Janis solta sua voz, acredito desesperada, que já vivi outra vida; noutro tempo a desvendar..
cheiro de terras longínquas, algo como um tempo de íntima e intensa paz.
Janis Joplin, podia traduzir suas tristezas; comunicá-las através de seu canto.
Deixou claro que tristezas existem, e precisam ser acomodadas. Tal qual os passos da alegria.
Sinto Janis, em seu sôfrego, esparramada em poesias ornando dores; transformando dores em flores..
Eis, seu escandaloso, estrondoso de engolir mundo....sorriso!
Com todo o poder de almas que se eternizam, Janis Joplin, vive dentro de mim.
A mim, resta traduzir e lançar até a exaustão o que dela vive. Janis, atravessou todas as cortinas do tempo - pós partida física. Isso, é memorável! Será eterno.
Todos que lhe atiraram em gatilho de rejeição, estão visivelmente mortos. Jamais, renascerão.
Seriam palhas secas às chamas famintas.
No dia do fogo, o ser humano aprenderá através da dor, respeitar seu semelhante. Já, urge!
Em mim, não deverão constarem em piedade. Existo agora, além dessas dores em mesquinharias; repudio, nojo e distração.
Quebrei, destruí, queimei; derreti o gatilho da rejeição, que esteve vindo ao meu encontro. O tirou saiu pela
culatra, e os vejo se arrastando. Somente o amor real, irá compô-los. Deus, se ainda, podem vê-lo!
Ouço, Janis Joplin, solto-me de toda e qualquer frívola opressão. Então, existo.
Caçadores desumanos; caçadores de personalidades fortes como a Janis Joplin, ainda sobrevivem. Como
todo judas. Se você possui caráter e vergonha, você vai sofrer.
Vera Lyn Poeta
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cheiro de terras longínquas, algo como um tempo de íntima e intensa paz.
Janis Joplin, podia traduzir suas tristezas; comunicá-las através de seu canto.
Deixou claro que tristezas existem, e precisam ser acomodadas. Tal qual os passos da alegria.
Sinto Janis, em seu sôfrego, esparramada em poesias ornando dores; transformando dores em flores..
Eis, seu escandaloso, estrondoso de engolir mundo....sorriso!
Com todo o poder de almas que se eternizam, Janis Joplin, vive dentro de mim.
A mim, resta traduzir e lançar até a exaustão o que dela vive. Janis, atravessou todas as cortinas do tempo - pós partida física. Isso, é memorável! Será eterno.
Todos que lhe atiraram em gatilho de rejeição, estão visivelmente mortos. Jamais, renascerão.
Seriam palhas secas às chamas famintas.
No dia do fogo, o ser humano aprenderá através da dor, respeitar seu semelhante. Já, urge!
Em mim, não deverão constarem em piedade. Existo agora, além dessas dores em mesquinharias; repudio, nojo e distração.
Quebrei, destruí, queimei; derreti o gatilho da rejeição, que esteve vindo ao meu encontro. O tirou saiu pela
culatra, e os vejo se arrastando. Somente o amor real, irá compô-los. Deus, se ainda, podem vê-lo!
Ouço, Janis Joplin, solto-me de toda e qualquer frívola opressão. Então, existo.
Caçadores desumanos; caçadores de personalidades fortes como a Janis Joplin, ainda sobrevivem. Como
todo judas. Se você possui caráter e vergonha, você vai sofrer.
Vera Lyn Poeta
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A poesia me acorda
Súbito, as 01:59 dessa manhã...acordo, e escrevo:
não me faz bem guardar amor adoecido.
na verdade, muitas vezes, reconstruo o amor.
esse amor que a gente viveu, doeu muito, e amargaria ao íntimo;
toda a carne,
lábios e saudades...
refaço-o em moldura de mãos, atenta e aquecida.
olhos a contemplar esse amor em mar - divisas que se juntam.
vou querer nossos cabelos ao vento, mãos dadas a sorrir;
conchas em coração, areias desenhar velozes rabiscos:
.....I love you and you love me......
Areias,
ventos,
desejos,
sonhos,
bem querer!
Acresço, desmedida e livre, uma canção romântica de amor, puro..
Amor, é amor que nesse instante, vivo!
Vera Lyn Poeta
segunda-feira, dezembro 31, 2012
A morte é um flagrante desonesto, mas de repente, podemos engatilhar segundos antes dela. Passará raspando, será por um milésimo > mas eis a vida.
Precisamos das flores em nosso caminho, não que nos cubram tão cedo.
Tentar estar no lugar certo, hora certa, pessoa certa...Eu, vou tentar.
Da minha parte, faço questão, de continuar esse quinto ano novo da minha vida, em renascer; paz interna que me cura. Amor eterno que persigo sem medo.
E, é com essas mãos voadoras, que pretendo continuar colorindo o cinza.
Paz sobre a terra não é um sonho. Essa paz existe, e é para quem precisa dela.
Vera Lyn Poeta
Foto: Bob Dylan e Allen Ginsberg,
recitando poema diante do túmulo
de Jack Kerouac
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