Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
sexta-feira, junho 21, 2013
Pelé, que é milionário; detentor de exorbitantes bens, chama de "confusões" as manifestações em nosso país, e declara:
Pelé, que é milionário; detentor de exorbitantes bens, chama de "confusões" as manifestações em nosso país, e declara:
“Vamos esquecer toda essa confusão que está acontecendo no Brasil”,
encarece ele a certa altura. “E vamos pensar que a seleção brasileira é o
nosso país, é o nosso sangue. Não vamos vaiar a seleção. Vamos apoiar
até o final.”
Calaaaaaa a BOCA, Pelé!
Sonhei, em suados delírios, que meus ídolos da infância, defenderiam seu povo;essa gente, que lhes puseram em 'realezas'; reis pela medíocre natureza, que se vê em status carente, a arte no Brasil.
Vera Lyn Poeta
Minha saúde em xeque no Brasil; nossa saúde valendo nada!
De olhos cansados, coração abatido, pés quase vencidos,
ando por ai....
Ontem, estive num lugar como esse. Vi, pessoas aguardando em possibilidades;
permanecidas em silêncios, cabisbaixas e desistidas, seus próprios direitos em saúde, e pela vida.
Não se ouve sopro em falas...somente tristezas e solidão. Sabedoras de um país rico,
milionário de imponentes estádios, LATEJANTE de tanta CORRUPÇÃO. Como poderemos seguir em luta, dentro de um país divido, e em choque de tanta opinião?
De um lado, os engravatados que tem o dever de nos defender, avançam para nos matar ao se protegerem.
Onde aprisionaram suas juras à Bandeira Nacional do Brasil?
Porque mentiram em seus palanques, ao esconder; camuflar seus poderes de fogo?
Porque nós Brasileiros, que não desistimos nunca, estamos cada vez mais, adentrando
o fundo do poço da pobreza?
Governantes do Brasil, preferem referir-se às manifestações em protestos, como ataques ao governo. Sendo que na verdade, é somente uma luta por direitos. Cujos, deveriam chegar a nós povo, sem tanta parafernálias, e indignação.
Governantes do Brasil, nos respeitem pelo amor de Deus.
ando por ai....
Ontem, estive num lugar como esse. Vi, pessoas aguardando em possibilidades;
permanecidas em silêncios, cabisbaixas e desistidas, seus próprios direitos em saúde, e pela vida.
Não se ouve sopro em falas...somente tristezas e solidão. Sabedoras de um país rico,
milionário de imponentes estádios, LATEJANTE de tanta CORRUPÇÃO. Como poderemos seguir em luta, dentro de um país divido, e em choque de tanta opinião?
De um lado, os engravatados que tem o dever de nos defender, avançam para nos matar ao se protegerem.
Onde aprisionaram suas juras à Bandeira Nacional do Brasil?
Porque mentiram em seus palanques, ao esconder; camuflar seus poderes de fogo?
Porque nós Brasileiros, que não desistimos nunca, estamos cada vez mais, adentrando
o fundo do poço da pobreza?
Governantes do Brasil, preferem referir-se às manifestações em protestos, como ataques ao governo. Sendo que na verdade, é somente uma luta por direitos. Cujos, deveriam chegar a nós povo, sem tanta parafernálias, e indignação.
Governantes do Brasil, nos respeitem pelo amor de Deus.
Vera Lyn Poeta
Só queria, não ser mais uma criança hiperativa, em precoces diagnósticos - de perfil enlouquecido.
Sair da roda, mentalizar profundamente tudo, ainda que de olhos cerrados, é a resposta dum magnífico recomeço amém, e para sempre.
Dei a vida real o que ela pedia, em troca a vida me encheu de poesia!
Poesias revolucionárias que conta da mente, nesse mundo solitário, possuído por sete milhões de gentes.
Vera Lyn Poeta
Sair da roda, mentalizar profundamente tudo, ainda que de olhos cerrados, é a resposta dum magnífico recomeço amém, e para sempre.
Dei a vida real o que ela pedia, em troca a vida me encheu de poesia!
Poesias revolucionárias que conta da mente, nesse mundo solitário, possuído por sete milhões de gentes.
Vera Lyn Poeta
sábado, junho 15, 2013
Patria Amada, Brasil!
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A DOR QUE DEVERÁS SENTE
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
<Fernando Pessoa>
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A DOR QUE DEVERÁS SENTE
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
<Fernando Pessoa>
by: Vera Lyn Poeta
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