Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
sexta-feira, março 30, 2018
segunda-feira, março 26, 2018
Nas vezes que toco o infinito
Minha vida está sempre a procura de algo que estonteia, desnorteia, fazendo-me perder á se encontrar.
Minha vida está sempre nalgum canto solitário do mundo, a refletir e sonhar.
Em minhas mãos somente, sempre esteve minha vida. Em formato de uma cruz eu a vi. A poesia a tem em forma de coração sangrando.
Ahhhh, minha vida.
__Vera Lyn Poeta, em: " Nas vezes que toco o infinito"
quinta-feira, março 22, 2018
quinta-feira, março 15, 2018
O outro lado
Tão pequenina para aquele semblante já em tamanha solidão. Daquele quintal, em exuberante pomar e flores. Ela gostava de acostar-se a branca parede, deixando assim, seus lindos olhos fixos, correr em velocidade entre troncos, folhas, flores e frutos. Dali, o mundo chegava em ti. Penetrava seus poros, harmonizando-a a sua velha alma.
Uma mãe gera seu filho. Mas tem coisas que essa mãe jamais saberá. Porque esse filho, viverás além de seu tempo, onde respostas virão sem domínios. Porque estará dimensionado na terceira dimensão em obras que ao mundo pertencerás.
Com facilidade a chamaram "a louca". Ela sorriria todas as vezes. Assim estava escrito.
"O que existe além daqui onde estou?" "Quem, e o que sou eu?".
De repente, longas estradas sem fim formariam no dilatar de suas pupilas. Ela sentia-se levitar, e já estaria planando. Nascêra amando a Águia-Rei.
Sentindo o sôfrego dos Blues. A dor do mundo lhe absorverá em misericórdias. Ela havia nascido e estava num desconhecido mundo que lhe causava profunda tristeza.
Seguiria em frente. Sua missão lhe era clara e absoluta. Os anos lhe reservaria em estridente solidão. Pois, pensares e refletires, tomariam sua vida inteira.
Tudo nessa terra é repetitivo. Menos a natureza. Essa não. Essa se transforma em silêncio. Dia ou noite, somos surpreendidos por algo que jamais vimos.
Onipotente Deus que a nós se dirige em consciência, e nos redime, e nos ensina o arrependimento, educando-nos e até a ressurreição, amém.
Décadas depois, posso vê-la e ao seu vestido branco, desenhos de coelhos , com suas costas pregadas naquele ponto de partida, daquela parede branca cor de nuvem, donde aquela pequena sonhadora saia para abraçar o mundo e seus habitantes.
Autora: Vera Lyn Poeta
domingo, março 11, 2018
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