Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
quinta-feira, outubro 28, 2010
O sarau está dentro de mim !!
"...Vinicius, Drummond...
Jamais lhe perdoariam!!!
Quando passou por aqui,
O que exatamente fazia ?
Seriam falas decoradas ou,
Realmente sentia o quê implorava;
chorava,
insistia ?!
Declarou-se em versos e poemas
que há muiiito iluminam e me guiam!
Vinicius, Drummond, Quintana - Neruda, oh
-Jamais lhe perdoarim!!!
Imenso palco de cadeiras vázias!
Sim. Porque do amor até o amor,
Somente à chama ardente, resistiria.....
Não! Não seria plausível nem imediato pelo
lombo da poesia!
Amada Lua!
Amadas estrelas!
Amado sol!
Amada chuva....Não! Não!
Daquele palco ao teu ombro,
Uma platéia invisível te via;
Ovacionava; aplaudia;
A áspera descida que à escada de incêndios,
fazia.
Levando como prêmio, em solavancos,
Minha sombra nítida!
Que a ti acompanha, incomoda, devora e
intimida!
Raizes, talento = amor.
Parto; vou indo....
Gosto desses mundos desconhecidos
Que habitam dentro de mim, eu gosto!
Agora eu gosto.
Parto do princípio que nada sei.
Parto do instinto;
Parto - Luz, concepção e vida,
enfim!
quarta-feira, outubro 27, 2010
Temporal lento? Aonde lento, temporal ?!
Atender ao vai e vem; vem e vai do caudaloso estar!
As vezes cabecilho....outras, andarilho.
Um ajuste desajustado
Dessa imensidão em prolapso...
Não ! Não que seja mitral.
É emoção descritamente discplicente, feito lento
temporal!?
Temporal lento ?
Aonde ?
No peito que se joga à furia da semente gerada sem
explicação......concepção;
Concepção que dividi-me entre a solidão que aflora,
ao silêncio que devora...
Talvez personagens assim;
Além de mim,
Que a mim, controla.
Como estabelecer dois travesseiros,
Se enquanto um dorme, o outro chora?!
E como ao fruto murcho à água renova;
Novo a saborear,
e após morrer; deitar!?
Mil e duzentos anos vividos!!!
Totalmente desprovidos,
De última história de amor, constatar!
Amores à meia hora condicionado;
à meia hora abandonados!
Ah jovens versos que brotam; afloram...
Me acertam fumegante e à auto inscontância
me implora!!
Afrescos à mãos,
a pulsação.....
Acuda-me Afrodite......deusa incausta do amor;
Acuda-me agora !
Agora!
......até sair terra, esguichar liquidos!
Me coloco contra a parede todo dia!
Espremo, aperto, compactuo......
Até sair liquidos!
Esparramar terra!
Cuspir em fogo!
Formar calos e arder!
Sentir calafrios; arrepios...
Até sangrar minhas idéias.
Até harmonizarem;
O amor e o ódio que as vezes, sinto!
O desespero e a paz que aos olhos emito!
...até ouvir sons,
...ruidos,
...desacelerar a dor,
A dor,
A dor e o desespero que sinto!
segunda-feira, outubro 25, 2010
Inclusão !
Não consigo viver um só dia,
Sem botar lenha no fogo louco,
dos meu sonhos!
Tudo que meu coração ama!
Que ao meu espírito absorve e inflama!
Enfim,ao quê minh'alma comunicativa se irmana!
Resumindo:
Deverá escorrer pela semana.
Ampliando-nos ao mês; ano.
E, num possível largo tempo de existência!
-Janis Lyn Joplin-
Monterrey- 1967- Por: Myra Friedman
"No segundo dia do festival, O big Brother and the Honding
Company, subiu ao palco. O conjunto afinou os instrumentos
e, alguns minutos mais tarde, sua vocalista surgiu,
CINTILANTE num terninho lamê. AGARROU o microfone como que
de IMPULSO.
Um pé impaciente marcou o compasso na plataforma - e JANIS
JOPLIN soltou ao ar a primeira e surpreendente NOTA musical
de uma PERFORMANCE que balançou MAIS o festival do que TODOS
os outros números.
Os APLAUSOS que se seguiram pareciam estrondo da
TERRA se ABRINDO."
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Sem botar lenha no fogo louco,
dos meu sonhos!
Tudo que meu coração ama!
Que ao meu espírito absorve e inflama!
Enfim,ao quê minh'alma comunicativa se irmana!
Resumindo:
Deverá escorrer pela semana.
Ampliando-nos ao mês; ano.
E, num possível largo tempo de existência!
-Janis Lyn Joplin-
Monterrey- 1967- Por: Myra Friedman
"No segundo dia do festival, O big Brother and the Honding
Company, subiu ao palco. O conjunto afinou os instrumentos
e, alguns minutos mais tarde, sua vocalista surgiu,
CINTILANTE num terninho lamê. AGARROU o microfone como que
de IMPULSO.
Um pé impaciente marcou o compasso na plataforma - e JANIS
JOPLIN soltou ao ar a primeira e surpreendente NOTA musical
de uma PERFORMANCE que balançou MAIS o festival do que TODOS
os outros números.
Os APLAUSOS que se seguiram pareciam estrondo da
TERRA se ABRINDO."
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