Vera Lyn Poeta
A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p
quarta-feira, maio 09, 2012
terça-feira, maio 08, 2012
Predadores emocionais
Chegará o tempo em que não seguirei à dureza dos dias.
Estarei a altura de uma loba esclarecida. Que naturalmente,
protege seus filhotes de amor com os dentes afiados da morte.
Assim defenderei os meus sentidos. Isentando meu emocional
de qualquer gatilho.
Nunca penso numa guerra, onde quem tem a maior quantidade
em maldades e versatilidade no linguajar, seja o caminho.
Já desacelerei-me aos meus próprios regalos onde TUDO seria
sim, muito bonito. Não é assim, não.
A reflexão devolve à consciência assim que nos procuramos por
dentro. Precisava mesmo, voltar ao início.
Precisava mesmo, 'limpar' meu coração que já estava empedrado;
tirar-lhe as angústias e as decepções. Hoje sei, que decepção não
nos vem em formato Divino. Porque aprendi que a decepção gera-se
quando queremos tudo no egoísmo; onde fatalmente nos colocamos
como vítimas. Ainda assim, tendo os esclarecimentos não voltarei a confiar nas pessoas.
Deverei respeitá-las, mas confiá-las jamais. Mesmo sabendo hoje, que o
mundo está abarrotado de pessoas maravilhosas (bom ter convicção porque isso é real), fica sendo cada um na
sua.
Mesmo porque, sempre esqueço o quê preciso lembrar para manter-me
viva e lúcida emocionalmente, sempre esqueço.
Preciso proteger esse amor que sinto. Preciso alimentar esse amor que
vivo. E, esse amor, não deverá mais cair em tolices.
Já vi gente, chegando ao fundo do poço, e sem volta, por causa de tais domínios.
Se falo, é porque, estive lá.
Pois, é
quinta-feira, maio 03, 2012
És minha cria sob-medida, sem nenhum pudor!
Ainda me amas em desespero.
Finge outro amor, desencanta e chora toda dor.
Eu, sou tua sombra e teu guia; sou teu angustiado todo dia.
Me reconhece desde sua primeira vez sob o sol daquele dia.
Arde na espera e se contenta.
Sedenta, minh'alma compartilha. Estamos correndo, correndo,
tão vulneráveis aos estilhaços que se espalham em desejos contidos.
Sou tua brisa, és o meu poder; és minha cria sob-medida sem
nenhum pudor.
Ao longe, você ainda me ama - desesperadamente.
Finge outro amor, desencanta e chora toda dor.
Toca fragilmente minha figura exposta fechando os olhos
ao beijar toda vontade.
Suas mãos estão trêmulas, seu coração desgovernado:
"Cade você grande e único amor da minha vida?" - pergunta
ao teu próprio pensamento que transpira.
Ao longe, você me busca secretamente, e eu, sinto.
"barateando"
Não sei se mando para o inferno, ou se guardo junto ao mofo,
Pessoas que ao contradizerem coisas milenares, fazem pacotes
e tentam 'vendê-los' aos contraditos!
Talvez, subestimem a capacidade alheia de pensar e ser. Aos
meus olhos, são baratas.
E, procuram justamente, àqueles que já decidiram por um caminho
em evolução; algo como: "não vamos mudar à história; faremos uma
nova história, certo?"
Talvez, o inferno seja-lhes em gosto. Então, decido vê-los como
baratas.
Vera Lyn Poeta
domingo, abril 22, 2012
meu berço: palavras!
Enquanto, isso...
Palavras, dormem!
Descansam, secretas e inaudíveis. Protegidas em folhas de papéis,
em branco.
Estão, em sua casa, sob minha custódia. Sou-lhe, pátria; à mim,
gurdiãs absolutas de todos os meus sentidos!
Mais tarde, serão poemas. Caem, em meu laço. E, é nesse abraço,
que fazemo acontecer.
São palavras, a minha vida. Então, às descrevo sentindo tudo
minuciosamente.
Palavras, me levam à realidades até então, imprevistas.
Vera Lyn Poeta
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