Vera Lyn Poeta

A arte é Divina, é a salvação. A arte nos poe mais perto de Deus. v.l.p

sexta-feira, dezembro 06, 2013




Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

< Pablo Neruda >

"E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão."

- Mario Quintana - 


vera lyn


Cada cabeça, sua 'secreta' sentença.
É preciso AMAR-se muito para não enlouquecer,
Nem se perder,
Nem se entregar.

Estou sob orientação da minha intuição, então estou bem.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Hoje, olhei para a vida lá fora; fora de mim, e não conseguir ver nada. Não senti nada.
Nem amor, nem saudade, nem ódio, nenhuma emoção ou vontade.



segunda-feira, novembro 18, 2013





Pessoas que julgam outras pessoas, estão sem méritos. Estão vazias e comprometidas com suas reais faces. Assim que julgam, edificam-se alimentando leigas, suas próprias fraquezas.
Para esse comportamento, existe a misericórdia do Criador. Que, existindo um afrouxamento à estrada do amor, os julgadores poderão recolherem-se em si. Poderão acolherem internos, o real sentido em vivenciarem progressivos, à vida.



O começo de tudo, está na coragem de encarar os julgamentos depressivos, depressantes abusivos pela congênita falta de conhecimentos;  sentimentos, enfim.


Seguirei, transformando dores em flores....pela estrada do meu silêncio.

Vera Lyn Poeta

terça-feira, novembro 12, 2013


Entendo, perfeita, que a própria vida não se aceita pelo baixo declínio.
Em seu jeitinho mágico e terno, porém abrasador, impulsiona!


_Admira-se em revanches, vida? Pois não, porque estar em pé, é sua própria natureza.


És uma big onda atravessando marés, rumo ao oceano......   

E a vida, me dividiu em três: Aliança da procura em exaustão, até o arco iris!

Não entendo de potes em ouros. Sei bem, minha alma batendo forte sobre o peito;
Uivando feito uma loba nostálgica, porque vai engolir os próximos milênios em luares,
Porque sobreviverá nas linhas quentes dos poemas que são eternos.
Sem nenhuma pretensão de ESTAR fora de si,
Porque o amor, é mais forte que a morte anunciada......um milhão de vezes!


Vera Lyn Poeta

domingo, novembro 10, 2013





....e, esse amor incondicional que me tens,
acolhe-me em seus braços de ternura.
Acaricia incansável, meus cabelos entre dedos. 
Beija minha tez encharcada pelo instante do renascimento.
Suga bolhas d'água latejantes, de tanta fervuras. Oceano que transbordou!
Superação e serenidade: É assim, viver tão somente.

Um primeiro plano pelas aldeias indígenas. Um segundo plano,  pelos caminhos das poesias. 
Viver, é belo. Transpor a vida, é mágico.

__Na “busca de quem somos”, subjaz a 
conservação das tradições como memórias 
vivas de um povo a que pertencemos e, nesse 
sentido, a procura de identidade assenta no 
estabelecimento de laços afetivos com o 
passado, porque “Aqui ao leme sou mais do 
que eu…” Fernando Pessoa – .

Eu, não havia enlouquecido.
O amor, é mais forte que a morte. 
Corredeiras: eu preciso das águas em alto nível de deslocamento.
Vivo, o lado simples e humilde da vida. Casa, recebendo perfumes.
Meu Jesus em Cristo, jamais esteve pregado na cruz.









Não há nada a minha volta, a não ser o que meus olhos fechados, queiram sentir.
Não há nada a minha volta, a não ser aquilo que meu coração em estado letárgico de transpor, queira amar desesperadamente.

Não há nada sobre minhas mãos,...Vejam, minhas mãos estão úmidas e derramando-se em caudaloso rio de alumiares...

Os meus cabelos estão encharcados, e minha face está voltada para o secreto infinito. Claridades multicolores...sei, são anjos!

Estou vivendo, por algum tempo, dentro do paraíso. Toda dor sentida, é um renascimento. É a prova máxima, para se ESTAR pelos jardins tenros das flores vivas.


Vera Lyn Poeta

sábado, novembro 09, 2013



O chão afundou de repente. Estou correndo sem sair do lugar.
Frio e quentura, tremores e ansiedades compulsivas. O estomago quer explodir; 
a boca do estomago vai cuspir.
Minha máscara de alegrias, caiu.
Setenta e duas horas ininterruptas sob forte tensão da felicidade. Achei que fosse morrer consumida pela exagerada emoção.
Tragédia imortalizada em minha alma; um labirinto secreto.
Cansaço e pesadelos noturnos. Se não dorme é zumbi. Se dorme, corre o risco.

Sentimentos de amor e ódio se misturam. Prefiro o ódio, a piedade. Sinto pavor pela piedade.

Rabisquei simultânea, milhões de palavras. Todas amontadas na minha cabeça, dando-se em crias.
O cansaço físico desapropria meu corpo para cansar meu olhos,
meu coração,
meus sentimentos....Isso, dói.
Tremor absoluto e angustia. Falta o ar. Respiração sofrega, suspiros doloridos velhas buscas não sei do quê.

Me transpus ao sabor da ventania. Instante esse que desejaria ser nada. Ser vazia. Ser controlada.

Sei, não há volta. Conheci profundamente o umbral. 
Sofrimento: toda volta é um  sofrimento, nada preenche nada. Realidade e ilusão: dois bichos.



Já é tarde, e estamos cada um, voltando para casa.
Restou o recital em poesias, e a decência de algum milagre....

A lua, dorme agora.

terça-feira, novembro 05, 2013

Álvaro de Campos... Na ampla sala de jantar das tias velhas

Na ampla sala de jantar das tias velhas
O relógio tictaqueava o tempo mais devagar.
Ah o horror da felicidade que se não conheceu
Por se ter conhecido sem se conhecer,
O horror do que foi porque o que está está aqui.
Chá com torradas na província de outrora
Em quantas cidades me tens sido memória e choro!
Eternamente criança,
Eternamente abandonado,
Desde que o chá e as torradas me faltaram no coração.
Aquece, meu coração!
Aquece ao passado,
Que o presente é só uma rua onde passa quem me esqueceu...

Álvaro de Campos,

segunda-feira, novembro 04, 2013

Janis Joplin, na Calçada da Fama em Hollywood

Laura Joplin, e Michael Joplin, irmãos de Janis Joplin, descobrem a estrela, e celebram com orgulho,  a Rainha do Rock in Blues anos 60, agora na mais cobiçada calçada do mundo ar titístico.

Não sei como funciona no outro lado da vida. Mas acredito que hoje, 04 novembro 2013, juntaram-se todos os máximos dos clássicos, e partiram pra festa.



Janis Joplin

JANIS JOPLIN,

Estreou, hoje, 04 novembro 2013, a Calçada da Fama em Hollywood...!
Sua ESTRELA, com seu nome: JANIS JOPLIN, agora brilha muito mais, para todo o mundo.

Ainda estou sob fortíssima emoção, e muiiiiiiiiiiiiiito feliz!
Foi o tempo, em tempo!
I love you, Janis Joplin.

Vera Lyn Poeta

domingo, novembro 03, 2013

Nostalgia,


Estive sempre, a um passo do meu sonho. Esse passo que ficou no ar, e nunca mais desceu ao chão.
Meus cabelos em caracóis, ávidos olhos. A túnica rosa, e minhas sandálias escarçadas, chegavam antes. 
Pés, tentando alçarem em voo. Coração adolescente, e lotado de planos. Um blues rock ao fundo, pegando sensual aos miolos....Queria ir embora! Poderia sim, estar em minha real casa. Junto as minhas reais companhias; irmãos de alma, que encontro agora, e sei que é um pouco tarde. 


Alvorecer, 
o sol despontando tímido, a praça e o vinho; o batismo com o vinho em nossos corpos de sonhos e liberdades.
Fúria jovem em amor e ternura. Sonhávamos com a paz no mundo. Inocência de quais nasceram com o coração no punho. O mundo de agora, sangra. Os homens estão mais fortes, com suas armas em punho; geração do puro ódio. Pensadores da miséria humana. Amaldiçoados pelo Criador Supero, e eu, já os considero mendigos.

Mais tarde, afogarão suas caras malditas, em sangues derramados por suas inconsciências, quando o sol se por.

O alimento que não faltou à mesa, não supriu minha alma. Necessário seria o alimento, e a fé. Toda alegria, e a alma abastecida em seus reais desejos.

Já é tarde, e estamos cada um, voltando para casa.

Restou o recital em poesias, e a decência de algum milagre....
A lua, dorme agora.


sábado, novembro 02, 2013


Hoje, preciso de algo impossível...
Saindo da sonolência embriagada, a total loucura
sem nenhuma volta a realidade.
Quero o intocável, o impossível e inatingível.
Preciso dos sentimentos, impassíveis e ainda desconhecido.



Incontrolável, inegável sensação de coisas repetitivas!
Mundo, dormido n'algum tempo de outrora. Se tudo que fazemos, ainda, é consertar o mundo: emenda daqui, remenda acolá.
"Olha a fome em subnutrição de pobrezas, aí gente. Tem abandonos sim, o que é que há?".

Rasgo, em morna fúria, véus da mentira...Jogados por instantes em meus olhos de poesia. Nada confirmei, sobre tréguas..

Preciso, acertar contas, com esses olhos que insiste em meditar precipícios.



A gente vai dando as pessoas o que elas precisam. Aquilo, que as alimenta por seus instantes, porque as fazem felizes, e de alguma forma, colabora em suas decisões pelos seus dias. Isso, faz com que não nos sintamos tão sós. É horrível viver sozinho...Precisamos, mantê-las.

Bem, enquanto isso, a gente vai dando andamento nas necessidades da nossa própria vida. Intercalar...a gente insere.... necessidade e o prazer. Muda tudo, já não há como se perder.
Destruir, toda carência afetiva, ainda é a primeira decisão. O incondicional, é supero.

Deus, eu sempre penso e falo com Deus. O restante, é a conquista.


Em fio cortante, teu intenso calor me desperta.
Transpiro muito, e todo sol de primavera, possui minha respiração.
Peito, ardendo. Subindo à urgência.
Prendo-me aos brancos lençóis, e já e mar!
Mar, Amor, e desejos incontidos.
Fios de luz em fogaréu, atravessam meus olhos arregalados.
Estou ardendo, e renascendo em ti. Me dê a sua vida.

O Amor é mais forte que a morte...!


Saltar do corpo físico, seguindo a estrada em ligação sutil com o mundo astral. É assim que meus olhos vê, toda a trajetória que chamamos morte e vida. Uma continuação, que o próprio coração ainda pulsante, exige.
Se toda saudade dói mais que corte de navalha, devo manter todas as luzes acesas.



Vou tocar num sonho bom e vivo; rostos, olhos, bocas ainda falantes, de todos aqueles que amei, e amarei em eterno; além... E, INSISTO EM NÃO MORRER A VIDA...!

Reconheço todos os dias, que o amor é mais forte que a morte. Sei, à alma permanecendo em danças e cantos. Proliferando-se em meio e ao ao entorno dos jardins de tenras flores. Cada pétala sorrindo ao toque. Reagindo, e dizendo que as flores são para festejar -  o dia do renascer. A vida, precisa sim, de descanso.




sábado, outubro 26, 2013




...foi, como se a gente tivesse, num impulso, travado com os dedos - os ponteiro do relógio!
_Preciso parar o tempo, agora!

Um novo comportamento, desconhecível, porém dominante surge.

Eclosões de crises! Irmão sol cegando os olhos. Irmã lua amedrontando. Passaporte, para  transcender.

_Será que alguma coisa rompeu-se na estrutura cerebral? Estou afundando....e, os dias e anos, macularam-se ao inferno.

Além vida, num corpo ainda quente. Pulsação desesperada e rios de lágrimas pelos olhos. 

Estava então, em minhas mãos, a espada em dois afiados cortes....Chorei muito, vinte anos depois, que fui entender o que estava acontecendo comigo. O inferno mental, está sempre mais próximo.

Agora, bloqueio e desbloqueio a realidade ao meu prazer e dor. Se dói muito, eu fecho a porta.
Só poderei estar perto, daquilo e daqueles que confio desesperadamente.

vera Lyn Poeta


sexta-feira, outubro 25, 2013

A grade das ilusões





Éramos crianças solitárias. Uma junto das outras. Sempre a nos defender de algum perigo.
De cacos em cacos, construíamos casas de nossos sonhos. Provável lugar, onde vigiaríamos esse sonhos, afim de defendê-los. 
Guardadores das ilusões em imaginação pela infância.....Éramos soldados!

Fé e coragem, embaixo de quarenta graus. Cheiro forte de crianças suadas. Um "pega prá capar", quando em vez...natural, isso.

Certa vez, meu amigo Doca, disse: "Vou quebrar meu pé, só assim ganho biscoitos! Quebra o seu também".

"Quebro, não. Mas quero dos seus biscoitos". E da mesma forma que o empurrei, insinuando-lhe a queda, trouxe-o de volta. "Se falar, vai ter que fazer, seu idiota". - disse a ele, brava, porém.

Fome, Deus! Fome de doces e refrigerantes; pipocas ensacadas para a matinê do cinema! Pura, ilusão.
Toda montanha de terra, era o doce. Toda lata d'água, era o refrigerante. E todo filme, em super produção, tinha o céu infinito como pano de fundo. Cujo roteiro, escrevíamos de mão em mão. 
Éramos felizes, todos nós, crianças solitárias.
Sempre, umas junto das outras:  "Se ficar o bicho pega. Se ficar o bicho come"...Então, a gente matava o bicho, antes.

E assim, muitos de nós que se salvou, ainda vive olhando para as estrelas.
E assim, todo dia, é  dia de nascer de novo.

Vera Lyn Poeta





Minha mente inquieta...percepção de outras vidas.


Minha
Minha

domingo, outubro 20, 2013



De tanto amar a poesia
De tanto amor pela poesia
De tanto fechar os olhos em transpor...ter com a poesia...
De tanto pensar, sentir, falar, ouvir, viver poesia...Fica sem volta,
seguir ao fim, sem poesia.

Vera Lyn  poeta




Não saberia amar, jamais, atrás das trincheiras. 
Ou amo em exaustão ao suplício do sacrifício. Ou não sei o amor.
Seria um penar de alma? Alma em luz e sentimentos..
Minha mente sobre mim, além de mim, borbulha e navega o desconhecível.
Soldados voluptuosos, em guerras por amor (?), estão atrás das trincheiras.
E eu, tenho um vush...vush; certas incorrigíveis ventanias na cabeça! Penar e luz.
Minha sombra não estará em dias nublados, mas eu sei que ela existe.
Dias cinzas, são dias em que sou apenas minha sombra.

quarta-feira, outubro 09, 2013

Silêncio da inocência






O que combina comigo, é o grito.
O grito, o sofrimento e o sacrifício. 
Uma alma inocente, 
mesmo num corpo perdido, ajusta comigo.

Conheço a sede em seca de desertos povoados.
Chão trincados de sol e solidão. 
Pés cansados e não desistidos. Isso sim, combina comigo.

Distante de mim, àquele ultimo suspiro.
Sei voar sim!! ... Fechar os olhos, sair do corpo...
Ríspido vento que me alivia. Sei que vou, mas não sei se fico.
Esse não sei o quê, sim, combina comigo.

Silenciosos surdos gritos.
Alvoreceres loucos de auroras,
ainda bêbada, recito.
Todo perdido, combina comigo.

Vera Lyn Poeta





quarta-feira, outubro 02, 2013

Amar a si mesmo




Aprendi, como uma elefanta decidida a defender seus filhotes, passar por cima da mediocridade. Podem crer, levou alguns anos em reflexões e meditações solitárias, mas o resultado me surpreende todos os dias.
Assim que fiz reconhecimento da palavra não, foram traçados diversos e variados perfis sobre minha personalidade. TIRO DE LETRA. Sei que um NÃO bem dado e vindo de quem só dizia o SIM, mata. Destrambelha toda a eficácia malandra, de pessoas vil, e sem vida própria.
Muita gente honesta, ainda sofrerá o baque: queda, susto, e até desânimo, que palavras mal ditas, atrai ao desequilíbrio emocional. Pois então, vão plantar tomates, alfaces, couves, abóboras, etc., nesse vazio que se estabelece e chama o fracasso pra dentro.

Se conselho fosse bom, não se dava - vendia. Aliás, vender conselhos, está em voga.
Mas acredito que quantos menos cabeça no ócio, mais estradas desobistruidas teremos,
pra cumprir essa única obrigação, que é a de nos mantermos vivos.
Quero, e como quero, toda hipocrisia, BEM distanciada de mim.
Nunca, mas nunca mesmo, aliei-me à hipocrisia. Não seria agora, já caminhando para o fim.


Vera Lyn Poeta

Aparências, e agonias

Janis Joplin 
Aparência....
Pessoas que condenam outras pessoas pela aparência, não deveriam estar nessa terra.
Passo por essa vida, sentindo náuseas, nesses momentos, em que me vejo OBRIGADA (por um só momento e nunca mais), a manter contato com pessoas que vivem de suas aparências. Entendo que a sociedade exige isso. Só não aceito o mau-caratismo que acaba tomando conta da personalidade dessas pessoas.
Toda ação tem uma reação..... E, essa sociedade mal resolvida, tem em costume, matar pessoas do bem. Lançá-las ao precipício, afundá-las ao mal estar, até que cessem suas próprias vidas.
Vejam, isso é imperdoável. E lá na frente, colherão sem dó nem piedade, toda máscara plantada em seus despudores.
A vida, superior e intransferível que é, cobra pesado no final.

Amar, é cedo. Não amar, é tarde

"Eu te amo", saiu assim sem deslumbre e sem pressa.
Ainda, nem o abraço e o beijo. Sem o toque que aproxima e une, ainda...
Foi essa convivência, esse todo dia, esse desejo de saber mais;
queremos mais, estou certa?
Há tempos não me ocorria certa timidez.
Nem questionarei o por quê, de estar desarrumando minha vida outra vez.
Amar, é cedo. Não amar, é tarde.
E eu, quero sim, ao seu lado, ver dois sóis nascer num só dia.
 
 

Outra metade, é bicho




Boas relações, leva de mim bons frutos. Boas relações, trazem para mim, ótimos frutos.
Estou escandalizada, com essa sensação renovada, em que meus olhos estão vendo a vida, agora.
Estou pasma, com essa facilidade em conseguir tudo que acreditei ser impossível um dia.
Ando pasma, ultimamente. Isso, não tem explicação. É uma sensação nova para o meu coração. Deus, tem tudo a ver com isso, eu sei.
Independente do bem material, a simplicidade é o ápice. É a cura emocional, e é o sucesso mental.
Humildade, simplicidade, serenidade, e o dom adquirido em entender tudo, mesmo pós lágrimas compulsivas.....
Bem, vou chamar isso de vitória. Venci demônios criados pela mente em revelia. Uma compensação pelo sofrimento que ficou para trás. Mesmo ciente de que outros virão, mas... encontrará uma fera disposta a brigar!
Vida bonita, que me admite em metade gente, e outra metade bicho!

Vera LynOutra metade, é bicho
— em Presidente Prudente.

Disciplina espiritual




Não tenho problemas em conviver com o invisível a tantos olhos.
Não tenho problemas em alcançar o inatingível em transpores que submeto meu espírito, legítimos, e ao alcance da minha própria alma. Isso, faz transpirar muito toda a carne; invólu
cro da alma, casa das emoções, o que guardeia.


Saltei às reticências. Todo mistério esteve guardado na necessidade da espiritualização desse ser, dantes, total equivocado.


"Ô sua louca!" Quem dera tudo fosse mesmo, apenas loucura. Loucura física, tem cura!
"Há mais mistérios entre o céu e a terra do que a vã filosofia dos homens possa imaginar". Shakespeare, imortalizou esse súbito, e sei que foi em momento transpor.


Acredito sim, na disciplina espiritual, porque ela move montanhas em piscar de olhos, mentalmente dizendo. Não devo vender; negociar meus sentimentos. E assim, meu PAI eterno, teu PAI eterno, segue me dando; nos dando toda cobertura necessária, ao bem viver.


Vera Lyn Poeta

terça-feira, setembro 24, 2013

Autorretrato, de: Mario Quintana

arte: Vera Lyn

No retrato que me faço
- traço a traço -
Às vezes me pinto nuvem,

Às vezes me pinto árvore....
Às vezes me pinto coisas
De que nem há mais lembrança....
Ou coisas que não existem
Mas que um dia existirão....

E, desta lida, em que busco
- pouco a pouco -
Minha eterna semelhança,
No final que restará?
Um desenho de criança....
Corrigido por um louco.

domingo, setembro 22, 2013


'Tempo disso, tempo daquilo; falta o tempo de nada'

[Carlos Drummond de Andrade]

A vida ensina.
Me sinto bem, por ter tido a humildade em aprender com ela.
Felicidade não é uma parada obrigatória.
Mas sim, estar se sentindo leve, livre e solto por dentro.
Uma sensação serena, de que hoje é apenas mais um dia, e será conquistado com êxito.







O que faria da minha vida, fora de mim, senão em transpor, ousar o inatingível?
Esgotar incessante, em dreno, à doce loucura que se esvai em sangue limpo, ainda quente....É assim.
Trajetória que não procuro respostas, e nem definição. Um ato de amor que me condena a se feliz,
sem saber porque.
Protejo meus comprimidos, e minha alma está salva.


Vera Lyn poeta

sexta-feira, setembro 06, 2013

"A gente vive esperando que as coisas mudem, que as pessoas mudem até que um dia, a gente muda. E percebe que nada mais precisa mudar.”

< Monalisa Macêdo >




Vera Lyn  Poeta